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Direito Bancário

Golpes financeiros: PIX, falsa central bancária e operações não autorizadas

Ações envolvendo PIX, falsa central bancária, boletos falsos, invasão de contas, empréstimos fraudulentos e outras operações não autorizadas.

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Mãos digitando em um notebook

Os golpes financeiros deixaram de ser necessariamente rudimentares. Em muitas situações, o criminoso conhece dados pessoais, banco utilizado, informações sobre contas e até detalhes capazes de transmitir aparência de legitimidade.

A vítima acredita estar falando com sua instituição financeira quando, na realidade, está sendo conduzida a realizar operações em benefício dos fraudadores. Quando percebe o golpe, o dinheiro já saiu da conta.

Situações em que podemos ajudar

  • Ligação ou mensagem de falsa central bancária informando transação suspeita
  • Indução a instalar aplicativos, compartilhar tela ou informar códigos
  • Transferências por PIX realizadas sob orientação de falso funcionário
  • Boletos falsos e pagamentos direcionados a terceiros
  • Invasão de conta e operações realizadas sem autorização
  • Empréstimos contratados por fraudadores em nome da vítima

Como atuamos

  1. 01

    Reconstrução do contexto das operações

    Analisamos valor, horário, destinatário, dispositivo utilizado, histórico de movimentações, sequência das transações, eventuais alertas e os mecanismos de segurança utilizados pela instituição.

  2. 02

    Comunicação imediata e preservação de provas

    Ao identificar a fraude, o cliente bancário deve comunicar rapidamente a instituição e preservar comprovantes, protocolos, mensagens, números telefônicos, e-mails e registros das transações.

  3. 03

    Medidas administrativas e judiciais

    A partir da documentação reunida, verificamos quais providências são cabíveis diante das instituições envolvidas e das circunstâncias concretas do caso.

Perguntas frequentes

Fui eu quem fez a transferência. Ainda assim posso discutir?

A análise não termina na senha. Em uma disputa envolvendo fraude bancária, pode ser relevante examinar todo o contexto das operações, inclusive se elas fugiram do padrão da conta e quais mecanismos de segurança o banco utilizou.

O que devo fazer nas primeiras horas?

Comunicar a instituição financeira o mais rápido possível e preservar toda a documentação relacionada às operações: comprovantes, protocolos, mensagens, números telefônicos, e-mails e registros das transações.

A responsabilidade do banco é automática?

Não. A Súmula 479 do STJ reconhece a responsabilidade objetiva por fortuito interno, mas a incidência desse entendimento sobre uma situação específica dependerá das circunstâncias e das provas do caso.

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